[+18] Bom dia, Haub

Tempo de leitura: 5 minutos

[+18] Bom dia, Haub

Nota editorial: acreditamos que nudez, sensualidade, libido e multiplicidade são discussões essenciais de nosso tempo. E que há espaço para tratar disso sem objetificar e ofender, mas sim valorizando toda a riqueza do masculino e do feminino. Para entender porque publicamos ensaios de homens e mulheres e saber mais sobre o que aspiramos para a série “Bom dia”, leia o que escrevemos cá. E se tem um tentativa que deseja publicar, fale conosco pelo contato@prazeresocultos.com.br .

* * *

Nudez nunca foi um tanto difícil para mim. Sempre me senti livre e, por mais que não aceite meu corpo 100%, nunca tive vergonha de mostrá-lo. A sensação de ser fotografada, admirada e o próprio registro do momento, são situações que sempre me fascinaram. Mas, ainda assim, não tenho muita experiência. 

Fotografar com a Thiemi foi uma experiência de autodescoberta maravilhosa! Por mais que eu adore retrato, nunca consegui ser realmente eu com qualquer fotógrafo – até saber a Thiemi.

Com esse tentativa descobri o quanto o simples e oriundo se torna lindo e fascinante! Um olhar sincero, sorriso instintivo… tudo fica muito mais apaixonante quando flui naturalmente! As palavras que definem estas fotos são, ao meu ver, sinceridade e espontaneidade.

Sou camgirl e passo a maior segmento do meu tempo sem roupa e isso é um tanto completamente dissemelhante de ser fotografada. Retrato que registra, que salva o momento e que é feita pelos olhos de outra pessoa.

Durante as minhas transmissões eu mostro o que eu me sinto confortavel de mostrar, o que eu julgo ser bonito e suportável. Não sou exemplo de corpo padrão/bonito, nem quero me assemelhar, mas isso não muda o indumento de eu amar mostrá-lo e também de omitir/encobrir o que eu julgo porquê pequenos defeitos. 

Porquê eu me vejo não é porquê você me vê, nem porquê outros me verão – e isso é o que me fascinou tanto neste tentativa! Ver outra perpectiva de mim mesma, apesar de já saber cada pedacinho do meu corpo… Ter outra visão, com o que eu paladar e o que eu não paladar de mim – o conjunto que me torna única. Amei ver o resultado, ver o que ela captou do meu momento. Momento tão meu, tão oriundo. Às vezes nem durante minhas transmissões consigo ser eu a esse ponto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


publicado em 30 de Abril de 2018, 00:00





Fonte: papodehomem.com.br

o pornô fluorescente de Jean Francois Painchaud

Bloqueio Criativo e Saúde Mental — Porquê Afetam Seus Projetos Pessoais?