Uma vez que a preocupação pelo corpo (também) afeta a saúde dos homens

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Uma vez que a preocupação pelo corpo (também) afeta a saúde dos homens

Um estudo recente mostra que meninos e homens jovens excessivamente preocupados em se tornar musculosos apresentam risco significativamente maior de suportar de alguns problemas de saúde mental e comportamentos prejudiciais à saúde.

A pesquisa foi realizada por pesquisadores da Universidade de Harvard, nos EUA, e da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia e publicada em setembro de 2018 no Jornal Internacional de Distúrbios Alimentares.

De contrato com o Gemini Research News, site de divulgação das pesquisas da universidade norueguesa, trata-se do primeiro estudo a investigar a relação dos homens com seus corpos e músculos.

Segundo os pesquisadores, a preocupação em lucrar músculos pode vir associada à depressão, injúria de bebida alcoólica nos fins de semana, compulsão fomentar, uso de anabolizantes legais e ilegais e fazer dieta, mesmo sem estar supra do peso.

As condições estão ligadas a uma imagem distorcida do próprio corpo, que gera insatisfação. 

A modelo

O estudo foi levado nos EUA com a participação 2.460 homens com idades entre 18 e 32 anos.

Os dados utilizados pela pesquisa foram obtidos através  de um outro estudo americano pátrio, chamado Growing Up Today Study.

A preocupação com a tamanho muscular foi avaliada por meio de uma graduação chamada de Graduação de Procura por Muscularidade, em que responder “1” significa nunca ter essa preocupação e “6” estar sempre preocupado em aumentar os músculos.

Para Tetlie Eik-Nes, coordenadora do estudo e professora do departamento de Neuromedicina e Ciência do Movimento da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, os resultados não teriam sido muito diferentes caso os participantes fossem noruegueses.

“A cultura e os padrões do mundo ocidental são muito semelhantes”, disse Eik-Nes ao Gemini Research News.

Perguntas erradas

Pesquisadores estão cientes há mais tempo dos distúrbios alimentares que afetam meninas e dos modelos prejudiciais que levam-nas a almejar a magreza extrema.

Segundo Eik-Nes, embora estudos do tipo já tenham sido feitos com rapazes, não estavam chegando ao cerne da questão, pois propunham aos meninos as mesmas questões feitas às garotas.

“Meninos não querem ser magros. Eles querem ser musculosos. As perguntas feitas para meninas são completamente inadequadas quando se quer deslindar uma vez que homens jovens veem a si mesmos e seus corpos”, disse a pesquisadora ao site de divulgação científica.

Foto: Jesper Arggergaard

Principais descobertas em 4 pontos

  • “A ‘procura por muscularidade’ é relativamente preponderante em toda a juvenilidade e início da idade adulta dos homens e está associada a amplas e significativas consequências para a saúde”
  • “Cada unidade a mais na graduação de procura por muscularidade [dos participantes] esteve associada a maiores chances de apresentar sintomas depressivos, injúria de bebida e uso de produtos para lucrar tamanho muscular”
  • “Homens gays e bissexuais apresentaram nível mais cocuruto de procura por muscularidade em verificação com homens heterossexuais”
  • O libido por um corpo musculoso e a insatisfação com o próprio corpo estavam presentes em meninos e homens gordos e magros, mais e menos escolarizados

O estudo esclarece que meninos e homens jovens estão muito mais em conflito com sua imagem corporal do que se imaginava.

Enquanto o padrão considerado desejável para meninas é a magreza extrema, os homens jovens perseguem os parâmetros corporais de atletas profissionais, um padrão também irreal.

A professora Tetlie Eik-Nes alerta para o transe de se almejar o corpo de alguém tal qual trabalho em tempo integral consiste em se exercitar. A preocupação surge quando eles não estão treinando para melhorar a saúde ou ter um desempenho melhor ao jogar futebol, mas com o único objetivo de lucrar tamanho muscular.

“Os sinais de rebate dos pais devem tanger se eles têm um garoto que vai à ateneu todos os dias, que só quer consumir frango com brócolis e toma shakes de proteína e suplementos o tempo todo. Se a vida deles está totalmente centrada em malhar, pais devem tirar um tempo para conversar com eles – perguntando, por exemplo, para que estão treinando”, disse Eik-Nes ao Gemini Research News.

O distúrbio caracterizado pela preocupação por um corpo musculoso leva o nome de “vigorexia”.

Começou a ser discutido publicamente nos últimos anos, mas ainda é pouco publicado. E afeta mais homens do que mulheres.

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Esse texto é uma republicação do jornal do dedo Nexo. O cláusula original de Juliana Domingos de Lima pode ser visto na página do jornal, onde você também pode fazer sua assinatura para ter aproximação a 100% do teor publicado.


publicado em 13 de Novembro de 2018, 00:00





Fonte: papodehomem.com.br

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