Porquê ser eu mesmo e me encaixar na sociedade, ao mesmo tempo?

Como ser eu mesmo e me encaixar na sociedade, ao mesmo tempo?
Tempo de leitura: 4 minutos

Porquê ser eu mesmo e me encaixar na sociedade, ao mesmo tempo?

“Olá, sou Edu Sky*, tenho 41 anos de idade, e tenho (sempre tive) muita dificuldade com família, relações sociais, afetividade e estar em um grupo.

Sempre fui referido pelos próximos a mim porquê desligado, lento, silencioso, “faísca atrasada”, arrogante, “fechado no meu mundinho” e outros.

Na puerícia e puberdade, tive pouco paixão/afeto, mas muita cobrança muita rigidez (sou o mais velho de dois filhos homens). Não me dou muito com meu único irmão desde muchacho e até hoje. Sempre que tenho contato com meus pais — seja pessoal, por telefone, etc — é com muita obstáculo da minha segmento.

Muita revolta, mágoa, rigidez, “surdez” e “não ditos”: isso resume a minha experiência na família. Desde a puerícia, tive preferência por atividades individuais e, a partir da puberdade, intelectuais. Nunca fui chegado a atividade física. Não tenho prática e não sabor de serviços domésticos, de cuidar de alguém, nem de trespassar, baladas, etc.

Sou do tipo: “desgracioso”, nerd e granjeiro. De levantar e deitar tarde, de ler, me informar… Paladar muito de ciências exatas (minha faculdade foi isso), ficção científica, ciência, e também de esoterismo e conhecimentos “alternativos” do gênero. Bom de teoria e nem tanto de prática.

Na escola, na faculdade e em grupos em universal, sempre foi difícil me “enturmar”. Sempre fui de poucos amigos/colegas, meta recorrente de bullying. Sempre que tentei fazer as coisas tipicas da minha temporada de vida, me atrapalhei, mal-parecido!

Sempre preferi me virar sozinho, falar o mínimo, não incomodar nem ser incomodado. Meu estágio e experiências emocionais, sociais —namorar, beijar, sexo — foram muito tardios em relação à média.

Foto por: Paolo Nicolello

Consegui morar independente (fora da mansão dos pais) somente aos 29 anos, num casório que deu muito inexacto. Acabou em separação posteriormente 1 ano e meio de casados, e foram 7 de namoro (única namorada na ocasião).

Passei, desde os 18 anos, por inúmeras leituras e abordagens e grupos terapêuticos, alternativos ou convencionais (psicólogos e psiquiatras inclusive).

Atualmente estou junto, há qualquer tempo, de uma mulher 25 anos mais velha que eu — aposentada, com filhos adultos e netos — por na estação descobrir que era a melhor escolha, mas que hoje me pergunto se vale a pena continuar.Ela é muito dissemelhante de mim no dia-a-dia, fora a diferença de geração.

Na questão profissional, devido à indecisão pós-faculdade, não consegui me dar muito muito também — passei por várias empresas, até me firmar por mais tempo somente no serviço público, em função de nível médio, zero a ver com meu curso universitário.

Apesar do que tenho hoje, que não é pouca coisa, me pergunto: sendo individualista, preferindo viver sozinho e fazer coisas sozinho (não tenho filhos, não quero ter e nunca quis), serei útil à sociedade a minha volta?

Serei feliz se não consigo me aproximar de verdade de outros sem um esforço viripotente? Será que sou mal, que tenho qualquer distúrbio ou um tanto assim? Tudo o que tento fazer dissemelhante dá inexacto e acabo no mesmo ponto de insatisfação.

E a cobrança em volta, em todo lugar — de velocidade a milénio, captar rápido as coisas, prestar atenção nos outros, chegar a sublimidade, não errar uma virgula que seja — é simplesmente s-u-f-o-c-a-n-t-e !!!

Enfim… porquê eu posso, nessa situação, entender a felicidade, satisfação pessoal e estar muito encaixado, inserido, contribuindo com a sociedade, com meus semelhantes, minha espécie?”

Porquê responder e ajudar no Mentoria PdH

(leia para evitar ter seu observação sumido):

  • comentem sempre em primeira pessoa, contando da sua experiência direta com o tema — e não só dizendo o que a pessoa tem que fazer, porquê um professor distante da situação
  • não ridicularizem, humilhem ou façam piada com o outro
  • sejam específicos ao narrar do que funcionou ou não para vocês
  • estamos cultivando relações de parceria de congraçamento com a perspectiva proposta cá, que vai além das amizades usuais (vale a leitura desse link)
  • comentários grosseiros, rudes, agressivos ou que fujam do foco, serão deletados

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publicado em 23 de Setembro de 2019, 06:10

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