Isolamento social: o que é e uma vez que combatê-lo

Isolamento social: o que é e como combatê-lo
Tempo de leitura: 6 minutos

Isolamento social: o que é e uma vez que combatê-lo

Isolamento social é um comportamento multíplice oriundo do íntimo do tipo que o perpetua. Somos por natureza seres sociais que necessitam de jacente contato com nossos semelhantes. 

Embora esse contato seja difícil para algumas pessoas, por inúmeras questões (timidez, impaciência, depressão, fobia social), ele é necessário para a nossa saúde.

Os relacionamentos interpessoais que cultivamos influenciam diretamente em nossa personalidade, opiniões e humor. Quando o isolamento ocorre, essa troca deixa de intercorrer e a pessoa isolada se tranca em sua própria mente.

O que é isolamento social?

O isolamento social é o comportamento onde uma pessoa ou um grupo de pessoas, voluntaria ou involuntariamente, se afastam de interações e atividades sociais.

Também ocorre quando pessoas são isoladas por terceiros. Neste cláusula, unicamente a primeira situação será abordada. 

Geralmente, nascente comportamento se manifesta em dois cenários. O primeiro é no silêncio. Gradualmente, a pessoa vai deixando de frequentar os locais que antes considerava agradáveis e perde o contato com amigos e colegas. Ela unicamente se dá conta de sua atitude quando alguém a aponta.

O segundo é voluntário. A pessoa sente a premência de se distanciar por inúmeros motivos. Por vontade própria, ela começa a se isolar de amigos e familiares.

Eventualmente, ela se acostuma com a solidão e consegue velejar neste novo modo de vida solitário. Mas ele não é o ideal. 

Quais as causas do isolamento social?

As motivações que levam uma pessoa ao isolamento são diversas. A dificuldade de se relacionar e formar amizades significativas são comumente os pretextos usados para justificar nascente comportamento. Para exemplificar, veja, aquém, cenários possíveis de isolamento social.

Cenário 01 

Assombrada por traumas do pretérito, a pessoa não consegue aprofundar o relacionamento além da conversa superficial entre conhecidos.

Por confiar ser socialmente inapta, ela opta por diminuir o convívio social para se preservar e evitar que o evento negativo do pretérito se repita. O isolamento, portanto, se torna um mecanismo de resguardo. 

Cenário 02

Tomada por pensamentos negativos e uma visão pessimista da vida, a pessoa acredita não ser boa o suficiente para ter amigos ou estar em contato com os demais. Assim, se julga inadequada e procura fugir de situações sociais.

No meio das pessoas, deixa transparecer o seu nervosismo exacerbado, o que colabora para julgamentos e críticas. Consequentemente, a pessoa se torna ainda mais reservada. É um ciclo vicioso extremamente nocivo. 

Cenário 03

Insatisfeita com sua vida atual, a pessoa perde a vontade de relacionar. Ela não vê utilidade ou significado em conversar com os amigos uma vez que fazia antes.

Sem perceber, frequentemente escolhe permanecer em lar, recusando quaisquer possibilidades de interação social. As pessoas ao seu volta notam a sua postura antissocial e se afastam por acreditarem ser indesejadas.  

Cenário 04

Sempre ocupada, a pessoa não tem tempo para se relacionar. Sua mente está sempre focada no trabalho, em seus trabalhos e nas próximas pendências.

Ela vive para satisfazer obrigações e, por isso, acaba se afastando das pessoas queridas e de momentos de lazer. Quando se dá conta de uma vez que seu estilo de vida é turbulento, precisa embarcar em uma longa jornada para retomar os relacionamentos esquecidos. 

Cenário 05

O último cenário baseia-se em casos em que a pessoa sente-se subordinado aos demais por sua quesito financeira, intelectual ou profissional. Nascente desconforto pode estender-se para sua própria fisionomia e personalidade.

Ela se deixa levar pelo embaraço, escolhendo afastar-se de grupos específicos os quais acredita serem superiores. 

É provável concluir que não há uma motivo única para o isolamento social. A motivação depende da história de cada um, e da maneira uma vez que a pessoa reage/reagiu a eventos marcantes de sua vida. 

Porém, em quase todos os cenários supra, nota-se fatores em generalidade que agravam nascente comportamento, uma vez que a baixa autoestima, o apego ao pretérito, a impaciência e a escassez de relacionamentos saudáveis na puerícia e mocidade.

Prestígio do convívio social 

Estabelecer laços de amizades significa firmar acordos secretos de influência positiva recíproca. Porquê assim? Você ajuda o próximo e ele te ajuda em troca, mas tudo de forma espontânea, voluntária e sem cobranças.

É desta maneira que as pessoas encontram oportunidades para o incremento pessoal. 

Ou seja, relacionamentos interpessoais não servem unicamente para fazer aquele happy hour gostoso depois do trabalho ou ir ao cinema ou ter companhia para eventos sociais. 

Eles são importantes para nos tornar pessoas melhores. Com o outro, aprendemos sobre um mundo que não conhecemos. Um mundo com desafios, vitórias, medos, desejos muito diferentes do nosso.

Muitas vezes, esse contato motivo estranheza porque ainda não temos a habilidade de mourejar com essas diferenças. É através do convívio social que aprendemos a interagir com o mundo a nossa volta.

Os relacionamentos interpessoais também colaboram para o autoconhecimento uma vez que percebemos diversas características de nossa personalidade no contato     com o outro. 

O isolamento social faz exatamente o oposto: ele alimenta as ideias errôneas de quem deseja se distanciar. Sem o outro para mostrar outra perspectiva, a pessoa mergulha nos pensamentos ruins.

O ato de isolar-se também acarreta em uma série de consequências negativas para a saúde mental, uma vez que depressão, e física, uma vez que problemas cardiovasculares.

4 formas de combater o isolamento social

Primeiro de tudo, estar sincero a novas experiências é fundamental. A pessoa isolada socialmente tem muita instabilidade e terror, e esses sentimentos unicamente agravam com a falta de experiência em relacionar-se com os demais. É normal no início sentir consumição diante do incógnito.

É importante dar o primeiro passo mesmo com terror e com dúvidas. As primeiras mudanças são desconfortáveis mesmo. Estas experiências fazem segmento da vivência humana. Lembre-se que todos nós, momento ou outro, enfrentamos desafios semelhantes. 

1. Desenvolva a autoconfiança

O isolamento social está associado à instabilidade, incerteza, terror e baixa autoestima.

Para erigir uma autoimagem novidade e enxurrada de positividade, você precisa redescobrir a sua identidade. A psicoterapia pode ser uma bela aliada nesse processo.

Foque em suas qualidades, conquistas e sonhos. A fórmula é simples: combata pensamentos negativos com positivos.

A desenvoltura para mourejar com outras pessoas surge com a prática. À medida que nos permitirmos habitar novos círculos sociais, aprendemos mais sobre o comportamento humano e o que é bom para nós e o que não é. 

A crédito se constrói aos poucos. Às vezes, ela chega ao seu vértice inconscientemente. Mas você precisa estar sincero para desenvolvê-la através de novas experiências. 

Você também deve evitar comparações. Admire pessoas confiantes, mas não deseje ser uma reprodução 100% idêntica.

Você tem a sua própria história, por isso, age e pensa de maneira única. Confrontar-se unicamente serve para entristecer o seu emocional. 

2. Procure grupos que tem a ver com você

Se você acredita que não se encaixa em lugar nenhum e suas amizades atuais não fazem mais sentido, procure grupos que tem a ver com você. Hoje, temos a facilidade da internet para ajudar a encontrar nichos perfeitos para nós.

Por exemplo, se você gosta muito de cinema, procure eventos locais, uma vez que mostra de filmes ou grupo de discussões, ou grupos em fóruns e nas redes sociais sobre o tema.

Esta dica é fundamental para conseguir seguir as demais e combater o isolamento social, pois, quando estamos cercados pelo que gostamos, ficamos felizes e involuntariamente mais abertos para o novo. É também uma forma de praticar uma vez que interagir com as pessoas já que esta acontece mais facilmente.

3. Encontre motivos para trespassar de lar

Mesmo que não tenha companhia, saia de lar. Vá ao cinema, ao shopping, ao supermercado ou marque uma repasto consigo mesmo. Procure eventos na sua cidade. 

É generalidade ter encontros em parques ou eventos culturais e esportivos gratuitos aos domingos. A intenção desses é justamente fazer as pessoas aproveitarem o dia livre. Portanto, tire bastante proveito desses passeios sem compromisso.

Com o tempo, você conhecerá as pessoas que frequentam os mesmo locais e as conversas casuais se tornarão mais naturais. Uma amizade pode se fabricar de um encontro ao possibilidade em um passeio no parque. Nunca se sabe, visível? 

Aliás, interagir com as pessoas, mesmo se for com atendentes ou funcionários de estabelecimentos comerciais, ajuda a diminuir o nervosismo em situações sociais. 

4. Visite um psicólogo

A psicoterapia pode facilitar tanto na procura pela origem do isolamento quanto ao longo da trajetória para superá-lo. O tratamento terapêutico ajuda a identificar o que é bom e o que é prejudicial em nossas vidas. 

Por exemplo, relacionamentos tóxicos, comportamentos autodestrutivos e modos de vida danosos os quais são difíceis de enxergar sem ajuda. 

A pessoa, portanto, consegue tomar decisões certeiras com crédito para trazer mais facilidade para a sua vida, além de ter um base jacente no processo de mudança. Nascente é sempre propício para recaídas e estagnação. Com o suporte de um profissional, todas as pessoas são capazes de atingir a segurança necessária para mourejar com potenciais desafios. 

Se você tem dúvidas sobre psicoterapia, marque uma consulta para saber o psicólogo e a sua abordagem para saber uma vez que ele poderá ajudá-lo. Porém, saiba que o caminho se torna mais fácil com a ajuda profissional.

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