Como deixar a barba crescer: o passo-a-passo e o emocional

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Tempo de leitura: 7 minutos

o passo-a-passo e o emocional

Largue a lâmina imediatamente e espere. Dá para falar uma porção de coisas, mas inevitavelmente esse é o início da trajetória. 

Os primeiros pelos mais parecidos com fios de barba brotaram de maneira mais consistente no meu rosto em 2001 (sou de 86). Não era zero que pudesse ser chamado de barba, naturalmente. Aqueles fiapos na ponta do queixo coçavam, penicavam e quando exposto contra a luz do sol, era manifesto que ninguém via zero. 

Cada um com seu truque inicial

Mas, dia detrás de dia, estava eu lá orgulhosão em frente ao espelho ostentando aquela meia dúzia de novos amigos. Mas já fui um ser depenado um dia. Sei uma vez que ser assim pode doer. Meu pai tem barba – sempre teve – e a única imagem na vida que vi das bochechas e do queixo dele está no RG, aquele pedaço de cartolina em preto e branco, de milénio séculos detrás. No Baeta Neves, na atencioso São Bernardo do Campo, o Seu Valdir mantinha o tradicional Bar do Barba – que obviamente não precisa de nenhuma outra explicação. Ele não era um face de fazer concessões. Nunca foi. Mas na dezena de 1980, não era tão simples assim se manter barbudo e não ser confundido com um fora da lei malvadão. 

Estou contando tudo isso porque parece desnecessário, mas a verdade é que ainda tem um passo psicológico que precisa ser oferecido quando você escolhe manter seu rosto vestido por pelos. O vestimenta de o meu pai ter sido sempre um desses caras tem tudo a ver com a maneira proveniente que tudo se desenvolveu comigo.

1. A psicologia barbuda

Para deliberar entrar no time da barba, o mais geral é que você não sofra ao usar aparelhos de barbear e fique com a pele empelotada, que tenha invento o visual de qualquer face que admira interessante (em universal, um artista famosão e superlativo) ou simplesmente odeie o paisagem e suas feições desprovidas de uma honesta estrato de pelos. Somos mamíferos, finalmente, manifesto? 

Acontece que, mesmo que seja o proveniente na existência de um varão passar a cultivar uma barba, há um manifesto ostentação repressor de olhares, falas e – até, vejam só – insultos. E tudo isso, quando se está dando os primeiros passos, pode fazer com que você acredite que está cometendo um delito contra a pátria, a família e os bons costumes. Eric Bandholz, do Beardbrand, dá a letra:

“Se você é novo no processo de cultivar a barba, vai sentir que a segmento mais desafiadora é segurar a vaga com a reação das outras pessoas. Se você estivesse sozinho em uma ilhéu deserta, não teria esse problema, mas assumir um novo visual vai, sem sombra de dúvidas, gerar comentários alheios.”

Para se livrar do bullying, ou manusear o impacto dele, zero melhor que pedir uma pequena ajuda para os amigos, uma vez que já prescreveu cantadamente o sábio Ringo Starr lá em 1967. 

Aliás, Ringo e barba: uma vitória

O Eric explica melhor:

“O primeiro e maior duelo será comunicar-se com aqueles que estão mais próximos à você. Se deslindar que se você pode pedir a ajuda deles, normalmente terá sucesso.”

E, por término, ele arremata:

“Uma vez que já se aproximou dos mais próximos e amados, você terá de passar pelo aperto dos colegas do trabalho ou dos amigos. Você pode tentar a estratégia sentimental do “preciso da sua ajuda”, mas acredito que o melhor nesses casos é principiar a usar sua autoconfiança. Não importa qual seja o glosa sobre sua barba, você deve deve emendar um: “face, estou mantendo a barba e vai permanecer fodona”. 

2. Deixe a barba surgir

Passada a lanço psicológica, chega o momento principal da folgança. Nas primeiras semanas, a prurido, a irritação, o pânico de passar a não se reconhecer no espelho e os pelos pontiagudos vão deixar você impaciente e doido para tirar toda aquela leva no primeiro momento do dia.

Segure a emoção.

Essa paciência, aliás, é uma métrica honesta para se julgar um barbudo. O comprimento acaba ficando em segundo projecto quando a maior ousadia é se manter longe de qualquer objeto cortante por um, dois, três meses ou até um ano. Sim, porque vai chegar aquele período em que ninguém se lembra de uma vez que era seu rosto, quais eram suas feições ou o seu queixo.

As fases regulares de barbudo são:

 

  • a barba de um mês;
  • três meses barbudo;
  • um ano de barba.

 

Uma vez que você inferir estes objetivos, você pode ser tentado a testar para o Santo Graal da barbas que é deixar que ela cresça com o comprimento sumo que sua genética permite.

Ser o face da direita ou da esquerda? Ah, incerteza…

Vá com calma, meu querido. E, simples, raspar sua barba incessantemente não vai fazer com que ela cresça mais rápido. É somente mais uma mito urbana uma vez que o saci-pererê, a loira do banheiro ou o Mundial de Clubes do Corinthians de 2000.  

Em entrevista à revista GQ americana, Christian Olvera, da barbearia Baxter Finley, uma das mais renomadas de Los Angeles, explica melhor:

Os novos pelos de barba podem parecer um cacto que sai da sua pele, mas a sensação espinhosa desaparece depois de uma semana. Portanto, seja poderoso. Escovar os pelos vai ajudá-los a crescerem na mesma direção.” 

Essa prurido é causada porque você acaba criando “pequenas lanças” nas pontas de cada pelo. Esse incômodo pode ser enlouquecedor nas duas primeiras semanas, não é honesto mentir. A sensação de rasar um cacto é a melhor descrição para aquela passada de mão necessário nas bochechas. 

Namoradas ficam arredias e reclamam do seu potencial para feri-las e fabricar espinhos no rosto. Mas com 20 dias, os pelos estarão amansados o suficiente para flectir e parar de cutucar a pele. 

3. A barba de três meses: agora você é um barbudo

Muito vindo, companheiro

Sobre essa tempo inicial de barba se estabelecendo, o Eric Bandholz, do Beardbrand, tem umas palavrinhas:

Depois de muro de dois meses você vai notar que sua barba faz umas coisinhas maneiras. Os pelos que eram retos e limpos passam a se tornar ondulados, crespos e você pode descobrir que a coisa ficou meio selvagem. Mas é proveniente e você deve encarar dessa maneira”.

É nesse período que ninguém mais estranha seu visual. A questão é matemática e sentimental ao mesmo tempo. Com 90 dias, é muito provável que todos familiares, amigos das antigas e a galera do trabalho ou da universidade já tenham topado você na versão peluda. 

Nessa fundura também, o que é principal, a sua escolha já fará segmento da sua vida. Não é um experimento, uma brincadeirinha do Movember. É real mesmo. E essa olhada para dentro com essa atitude vai deixar tudo muito mais confortável. Fisicamente falando, os pelos já não incomodam uma vez que antes, não crescem retos uma vez que antes nem sua mão sente um espinho na ponta do dedo quando toca sua barba. 

Tudo começa a permanecer muito proveniente. 

Ah, simples, é bastante normal os pelos passarem a se cachear mais incessantemente. E é tudo normal. Use um pouco de coragem para explorar novas saídas e novos cortes. 

Falaremos mais profundamente sobre isso num próximo item, mas tesoura, barbeadores elétricos, lâminas de barbear e espuma estritamente criados para deixá-lo com a face de um rachador malvadão já são verdade.

4. Quem bate? É o insensível!

O verão é pior para se tatuar, é pior para trabalhar de calças e é nas temperaturas mais quentes que fica mais difícil manter a honra barbuda. Pois você, barbudo de primeira viagem, comemore: o inverno está chegando na próxima esquina!

O Rodney Cutler, da Esquire, explica porque é melhor cultivar o visual peludo no insensível:

O inverno é tempo de muitas coisas – playoff da NFL, de usar a pá de neve e das infelizes golas rolê dos pais. É também o momento perfeito para deixar a barba crescer.

É uma espécie de término de semana dentro do ano. Um tempo em que é esperado que as pessoas abandonem a formalidade e a rotina em obséquio do conforto. Outrossim, é insensível.

E se você coloca um suéter no corpo, não há razão para o seu rosto não deve ser tratado com o mesmo reverência. Portanto, neste inverno, trate de cultivar uma barba ou não raspar a nuca. Faça o que fizer, deixe os pelos crescerem. Mesmo que seja uma barba somente temporária, suas bochechas irão respeitar o pausa”.

E aí, tomou coragem? A conversa continua na semana que vem! Até lá!

Indicação de livros!

A barba é dos maiores sinônimos de masculinidade, né. Se você estea cultivando a sua ou se tirou por completo, o PdH vai indicar um livro:

Os links do livros são de afiliados. Ao comprar na Amazon usando eles, você ajuda a financiar o PdH, sem nenhum dispêndio suplementar para você.

Mecenas: Philips

Nos próximos meses, Philips será mecenas de um meato peculiar sobre barba e estilo: vamos abordar todos os caminhos da barba, desde quem está deixando os pelos crescer até a conservação de quem já tem tudo no lugar.

Independente de uma vez que for a sua barba, a Philips possui a risco mais completa de aparelhos para você fabricar diferentes estilos com rapidez e facilidade.

Conheça a risco completa de aparadores lá no site da Philips.

 


publicado em 11 de Agosto de 2015, 10:34





Manancial: papodehomem.com.br

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