o que é essa instrumento e uma vez que utilizá-la?

Tempo de leitura: 12 minutos

o que é essa instrumento e uma vez que utilizá-la?

Nota editorial: empolgado? Corre direto no vídeo “A Caixa dos Homens”. Lembrando que não somos porta vozes de um suposto movimento dos homens (que ainda engatinha). Caminhamos junto, escutando, estudando e procuramos contribuir com alguns aprendizados e sugestões fundamentado no que tem funcionado por cá.

Índice

1. Introdução

2. Habitamos um mundo liderado por homens, em boa secção, imaturos

3. A caixa dos homens (vídeo original)

4. A origem do noção “A Caixa dos Homens”

5. Quais dados comprovam que mulheres e homens estão sofrendo consequências dessa caixa?

6. Portanto qualquer frase que se conecte à “Caixa dos Homens” é ruim?

7. “Vocês estão destruindo a masculinidade! Estão criando uma geração de maricas! Não vou pedir desculpa por ser varão!”

8. Por fim, é pra quebrar a caixa, edificar outra… o que fazemos?

9. Sonhando masculinidades possíveis, saudáveis, plurais, responsáveis

10. Uma vez que utilizar o vídeo, individualmente?

11. Uma vez que utilizar o vídeo em grupo? Caminhando rumo ao sonho de vermos um grupo em cada um dos 5.570 municípios do país

12. Agradecimentos pra lá de especiais

* * *

1. Introdução

Onde nascemos e uma vez que fomos criados exerce tremenda influência sobre os homens que somos hoje e nossa concepção de masculinidade. 

Passear pelo mundo nos apresenta masculinidades muito distintas das que vemos na esquina de lar. Conheçam os homens da tribo Samburu, no Kenya:

Quadril requebrando, apliques, saias e lanças capazes de impalar você. | Foto: Jimmy Nelson (conheçam seu incrível trabalho)

 

Roupas coloridas, cabelo extenso, milénio acessórios e carão pra foto. | Foto: Milad Hussain.

Nas bandas de cá os meninos com frequência são proibidos de usar rosa, ter cabelo extenso ou manter poses corporais ditas “de mulher”, pois sua masculinidade estaria em risco. Meu pai me xingava por eu não falar palavrões o suficiente na pré-adolescência, varão de verdade tinha que mandar-tomar-no-cu-caralho-boceta-porra e quem não gostava ia se ver com ele. Mas isso são somente os códigos pelos quais ser varão se construiu em nossa cultura.

O sexo ao promanação e nossa fardo hormonal exercem significativa influência, evidente, mas não trazem consigo uma política de uso e contrato com linhas finas, regendo quais cores podemos usar, quais trabalhos podemos realizar, uma vez que cruzar as pernas ao sentar e demais detalhes. Se veio dentro, não me contaram. 

O nosso dossiê de uma vez que ser varão é aprendido. Vem da família, da rua, da escola, da mídia, de um caldeirão mucho loco chamado carinhosamente de cultura.

Minha caixa de referências midiáticas masculinas, por exemplo, foi essa:

No meu natalício de 10 anos, pedi um bonequinho do Rambo. Queria o padrão com faca e bazuca.

A de meu pai talvez tenha sido mais pra essa:

Nossa experiência de 13 anos com o PdH nos conta que boa secção dos homens gostaria de habitar uma caixa feita de sexo, façanha e luxo, uma vez que se a vida fosse um filme do James Bond:

Vivemos, infelizmente, num tempo carente de rituais de passagens e sazão para os homens. O sintoma disso são adolescentes agindo uma vez que crianças, adultos uma vez que adolescentes e anciões agindo uma vez que crianças mimadas ou se sentindo esquecidos, com sua sabedoria de vida pouco valorizada. 

2. Habitamos um mundo liderado, na política e economia, por muitos homens imaturos 

Incapazes de servir, egoístas, infantilizados, dominadores, violentos, desconhecem noções básicas da vida em comunidade e sempre apontam culpados para suas falhas. São alérgicos a assumir responsabilidade. Analfabetos emocionais, expressam raiva (a emoção mais permitida aos homens) com frequência. Não cuidam de si, pouco escutam a ciência, a medicina e a prensa. Só eles sabem das coisas.

* * *

Quando pequeno, eu fiz um escorço de mim mesmo no horizonte, pra escola. Teria um metro e oitenta de profundeza, desportista uma vez que o Raí, dois filhos e um milhão de dinheiros na conta. Esse sonho é uma construção cultural.

Posteriormente anos tentando ser a caixa do Rambo com James Bond com McGyver com Rodrigo Hilbert, meu mundo interno acabou virando essa outra caixa cá:

Por fora eu posava de jovem sedutor e hominho de negócios. Por dentro eu era uma planície solitária, árida, em uniforme prenúncio de tempestade.

Deu ruim. Me tornei um varão inseguro, violento e raivoso. Não sei uma vez que meus amigos e namoradas do pretérito suportaram essa era.

* * *

O que tomamos uma vez que proveniente, muitas vezes, é construído. Unicamente nos habituamos com a teoria a ponto dela parecer proveniente uma vez que é o ato de respirar para nos manter vivos.

Entretanto, ficarmos obcecados em desconstruir tudo que foi construído pode ser tão sufocante e nevrótico uma vez que descobrir que devemos seguir à risca as expectativas sociais sobre nossos papéis uma vez que homens e mulheres. Prefiro não marchar nesses extremos.

Proponho uma reflexão sobre o que nos construiu uma vez que homens e suas consequências para, à partir daí, escolhermos o que desejamos manter, o que deve ser aprendido e o que poderia ser deixado de lado.

Para nos ajudar nessa jornada, sonhamos uma vídeo-ferramenta, para uso individual ou em grupo. Fruto de seis meses de trabalho, da concepção ao lançamento, de mãos dadas com o Instituto Avon e com o projeto Quebrando o Tabu. Esse vídeo não existiria sem eles.

3. A caixa dos homens:

Os últimos meses foram de muito suor, na concepção e produção desse vídeo (gravado antes da pandemia).

Ele é secção de nosso esforço em colocar no ar materiais de base — lançamos três documentários, dois livros, um dossiê, vários guias e três pesquisas de 2016 pra cá — para o movimento de transformação dos homens seguir.

Assistam com fone de ouvido, por obséquio. Nos digam o que acharam nos comentários 😉 | Link YouTube

Viver dentro da caixa dos homens significa, em resumo, seguir regras uma vez que:

  • ser dominante a hostil sempre que provável 
  • buscar sexo a todo momento
  • julgar qualquer traço de masculinidade não heterossexual uma vez que subalterno
  • evitar expressar emoções
  • nunca dar sinais de fraqueza
  • e nunca fazer “coisas de mulher”
Viver dentro da caixa significa seguir obsessivamente todas as características na imagem supra

Quando saímos dos limites imaginários impostos pela caixa, escutamos as falas aquém:

As ofensas favoritas do machismo para um varão são proferir que é pouco varão — que ele é feminino, mulherzinha ou que não é heterossexual. Ao usar isso uma vez que ofensa, está subentendido que ser um varão heterossexual sem trejeitos de mulher, que segue a caixa à risca, é melhor do que qualquer outra opção.

O ideal se torna ser um varão branco, heterossexual, musculoso, com sucesso financeiro e sexual.

Ser um varão branco, heterossexual, musculoso, com sucesso financeiro e sexual não te torna o vilão do mundo. Mas significa que você tem maior responsabilidade na mudança.

A culpa paraliza.

Responsabilidade nos convida a agir, a usarmos nossa posição para contribuir na construção de uma sociedade mais equilibrada e justa, para todos e todas.

O primeiro passo é escutar, refletir e aprender. Em privativo, escutar as mulheres, pois são os principais alvos da violência desmedida dos homens, há séculos.

4. A origem e definição do noção “Caixa dos Homens”:

Nos anos 80, o educador Paul Kivel, Allan Creighton e outros no “Oakland Men’s Project” desenvolveram um trabalho com homens adolescentes em escolas públicas, com resultados transformadores, dando origem ao noção. Em 1992 Paul documentou os aprendizados no livro “Men’s Work: How to Stop the Violence That Tears Our Lives Apart”, servindo de base para o que conhecemos hoje uma vez que “caixa dos homens”.

Entretanto, ele usava a frase “Act Like a Man Box” (Caixa do Agir Uma vez que Varão). O responsável por reduzir o termo para “Caixa dos Homens”, e popularizá-lo nessa palestra no TED, em 2010, foi o ativista Tony Porter. Tony fazia rodas com presidiários e homens em zonas de vulnerabilidade social. Logo notou que a linguagem mais complexa não funcionava ali. Em suas palavras:

“Paul havia desvelado um pouco, não há dúvidas sobre isso. Ele acertou o objectivo. Mas o modo uma vez que estava explicando isso não funcionava para os homens com quem eu conversava. Portanto peguei o termo “Act like a man box” (Caixa do Agir Uma vez que Varão) e reduzi para “Caixa dos Homens”. “

Mark Greene, do “The Good Men Project”, narra os detalhes de toda essa história com muito mais riqueza do que resumi supra. Leiam esse item. Os mais interessados no objecto vão se deliciar mergulhando nessa pesquisa do Instituto Promundo, sobre a caixa.

É poderosos subirmos nos ombros de quem veio antes de nós. Por isso o tempo gasto estudando, escutando, aprendendo e pesquisando importa. Assim evitamos inflar o ego e descobrir que estamos descobrindo a roda, sendo que gerações e gerações anteriores a nós deram o sangue para chegarmos até cá.

Dos trabalhos que plantaram as sementes desse noção sobre o qual lê agora até a publicação desse texto se passaram quase 40 anos.

5. Por que isso tudo importa? Quais dados comprovam que mulheres e homens estão sofrendo consequências dessa caixa?

– Uma mulher é estuprada a cada 11 minutos (Fórum Brasílio de Segurança Pública)

– 86% das mulheres brasileiras declara já ter sofrido alguma forma de assédio (ActionAid, 2016)

– Mulheres ocupam somente 15% do Congresso (Governo Brasílio)

– Um varão se suicida a cada hora no Brasil (IBGE)

– 40% dos homens brasileiros declaram se sentir solitários sempre ou com muita frequência (Instituto PdH + Zooma Inc., 2019)

– 40% dos homens de até 17 anos declaram já ter tido pensamentos suicidas (Instituto PdH + Zooma Inc., 2019)

– 24% dos homens brasileiros se declaram viciados em pornografia (Instituto PdH + Zooma Inc., 2019)

Esses são só alguns dentre infinitos números que atestam uma vez que viver presos dentro da caixa pode ser prejudicial pra todos nós.

Nos primeiros 15 minutos de nosso documentário “O silêncio dos homens” listamos dezenas de outros dados. Esse tocante vídeo de dois minutos apresenta mais dados importantes. Nessa fala que ofereci no TEDx (Uma vez que os homens se transformam?) listo mais danos. E nesse outro texto, também. 

Deixo evidente que não é sobre produzir um ranking de sofrimento. Queremos ampliar a compreensão de uma vez que ambos os gêneros são afetados, compassivamente. 

A urgência dos sofrimentos das mulheres, pessoas negras e LBGT é maior, não à toa são os movimentos mais estruturados. Quem sofre mais tem mais urgência em mudar o que está posto. Por isso há movimentos globais pelo término do machismo, do racismo e da homofobia.

Quem usufrui de mais privilégios pode fazer e oferecer mais pela mudança. Permanecer em “neutralidade” mantém as coisas uma vez que são, é uma falsa neutralidade — pois só tem o luxo de permanecer em silêncio quem não é objectivo. O desconforto que muitos homens sentem hoje é uma ponta do que outros grupos sentem há séculos. Ainda assim, esse desconforto tem sido fagulha para que um belo movimento de transformação das masculinidades siga engatinhando.

Clique cá para a natividade dos dados
Clique cá para a natividade dos dados

Não podemos perder de vista que trazer outras lentes para esse debate, uma vez que a de raça, classe e orientação sexual, é uma urgência. 

A transformação das masculinidades é inseparável da conversa interseccional (leiam Carla Akotirene pra entender mais do tema). Ou seja, ao falar sobre o que é ser varão, temos que discutir junto o que é ser mulher, ser gay, ser trans, ser preto, ser branco, ser indígena, ser evangélico, umbandista, budista, ímpio, ser periférico…  

O faceta da periferia tem uma vivência distinta do roceiro, que não é a mesma do investidor na Faria Lima. Nossa cor da pele, conta bancária, lugar de promanação, cosmovisão e orientação sexual são marcadores que atravessam nossas existências e não devem ser invisibilizados.

Qualquer reflexão séria usando a “Caixa dos Homens” uma vez que instrumento deve levar isso em conta. Ou o movimento vai beneficiar somente os homens e mulheres que já estão no topo, deixando o resto pra trás.

6. Portanto qualquer frase masculina que se conecte à caixa dos homens é ruim? 

Não.

Ser dominante e assertivo em certos contextos é necessário, não um problema. Já querer dominar a todo momento é instabilidade e te torna uma pessoa insuportável.

A agressividade pode ser um mecanismo de proteção e segurança em situações de risco. Por exemplo, termos policiais e agentes de segurança equilibrados, muito treinados, éticos e dispostos a malparar suas vidas em nome da firmeza social é importante.

Saber acessar nossa assertividade com estabilidade é completamente dissemelhante de ser violento e imperdoável.

Gostar de sua identidade uma vez que varão heterossexual não é problema qualquer. Fazer piadas de gay toda hora e proferir que foi só galhofa é um problema. Ofende, é desnecessário e carrega a noção implícita de que a masculinidade correta é heterossexual.

Qual o ponto em rondar uma vez que outros vivem sua sexualidade e identidade de gênero? 

Por outro lado, viver obcecado em desconstruir todo e qualquer traço da masculinidade usual pode te cegar e torná-lo um sujeito tão violento quanto os machistas brucutus que você deseja combater. Já fui essa pessoa e conheci vários assim, também. Talvez seja uma tempo em seguida nos darmos conta do quanto viver na caixa pode ter nos detido e machucado outras pessoas.

7. “Vocês estão destruindo a masculinidade! Estão criando uma geração de maricas! Não vou pedir desculpa por ser varão!”

“Homens fracos criam tempos duros que criam homens fortes! Homens fortes criam tempos fáceis que criam homens fracos e… enfim, o vovô era o faceta!”

Cansamos de escutar essas frases. Não estamos propondo que todos os homens chorem todos os dias, usem um macacão rosa pra ir na panificação e façam pinturas e poesias sobre seus sentimentos, e que peçam desculpas por viver. 

Propomos que nós sejamos livres para agir assim e de qualquer outro modo, se quisermos. E que a gente faça isso sem assediar, diminuir, xingar, exagerar e violentar mulheres ou homens não heterossexuais.

Menos sentinela, mais liberdade.

Menos violência, mais estabilidade, escuta, condolência, amorosidade, responsabilidade.

Mais justiça — ou seja, direitos e oportunidades iguais para todos e todas.

8. Por fim, é pra quebrar a caixa, edificar outra… o que fazemos?

Sugerimos jogar fora a caixa atual.

Que tal trocá-la por um firmamento de possibilidades?

Sem uma caixinha tamanho único para seguir, podemos soltar a neurose de proferir quem é mais ou menos varão. E oferecido que estereótipos sempre surgem, por conta de uma vez que nossa mente se relaciona com o mundo, que possam surgir formas cada vez mais amplas, diversas e lúcidas do que é ser varão.

Meu lado Salvador Dali logo imagina vastos círculos, um pouco uma vez que infinitos diagramas de Venn, em uniforme adaptação. Faz sentido pra vocês?

9. Sonhando masculinidades possíveis, saudáveis, plurais, responsáveis

A masculinidade pode agredir, destruir e matar. Mas também pode cuidar, nutrir e edificar coisas maravilhosas.

Acreditamos em um mundo pautado pela justiça. Sem machismo, sem violência contra as mulheres, sem racismo, com representatividade de mulheres, pessoas pretas e pessoas LGBT na política e na economia. Com homens cuidando dos filhos, da lar, da própria saúde, dos amigos e de suas emoções.

Defendemos uma visão que ame, cuide e valorize os meninos e os homens. Assim uma vez que bell hooks (leia esse livro dela) e Liz Plank (e esse dela) fazem.

Que enxergue as qualidades e potências nas mais diversas masculinidades. Que elas sejam possíveis, saudáveis, plurais, responsáveis

Sem incluirmos essa perspectiva no diálogo, boa secção dos homens vai ignorar esse chamado. A sátira precisa marchar de mãos dadas com sonhos de horizonte. Sonhar sem olhar para os problemas nos faz ingênuos. Olhar para os problemas sem reconhecer as riquezas e oferecer caminhos de horizonte limita nossa capacidade de fazer o movimento seguir. 

10. Uma vez que utilizar o vídeo “A Caixa dos Homens”, individualmente?

Uma vez que uma instrumento de reflexão. Sugerimos um manobra provável. Assista o vídeo, pegue uma folha de papel e escreva suas respostas para as seguintes perguntas:

  1. De que maneira a caixa dos homens esteve presente em minha geração? 

  2. De que maneira a caixa dos homens esteve presente em uma vez que meu pais e avós foram criados?

  3. Quais consequências negativas viver desse modo gerou para mim e para as pessoas à minha volta?

  4. Quais consequências as mulheres sofrem ao viver numa sociedade em que essa é a masculinidade mais geral?

  5. Quais os aspectos positivos em minha geração uma vez que varão?

  6. Quais aspectos de minhas crenças e hábitos uma vez que varão posso deixar para trás, quais libido manter e quais ainda não tenho e posso cultivar?

Fazer isso em dupla, mesmo à intervalo (por fim, estamos em pandemia) pode ser fantástico. Convide um colega e experimentem fazer o roteiro supra, trocarem seus textos e marcarem uma relação em vídeo só pra conversar sobre isso, sem pressa.

11. Uma vez que utilizar o vídeo, em grupo?

Também uma vez que instrumento de reflexão, em círculo (seja presencial ou virtual). Acesse nosso guia prático de uma vez que produzir um grupo de homens para se inspirar.

Sonhamos ver ao menos um grupo de homens em transformação em cada um dos 5.570 municípios do país. É utópico? Urrun. Mas trabalhamos arduamente nessa direção, ainda assim.

12. Agradecimentos pra lá de especiais

Às mulheres que lutam há gerações e gerações por mais justiça.

Mafoane, Daniela, Giuliana, Dyg (quem primeiro deu a teoria desse vídeo!), Mari, Fernanda, Gustavo, Bob, todo o time no Instituto Avon — viabilizador do projeto e nosso parceiro de jornada — e no Quebrando o Tabu. Felipe, Luri, Gabriella, Bia, Carol, a equipe envolvida pelo PdH. Paul Kivel, Tony Porter, as tantas outras e outros responsáveis por desenvolver e aprofundar o noção da caixa. Aos 4o homens que toparam gravar conosco, voluntariamente, em pleno sábado ensolarado! E a todos e todas que seguem nos acompanhando e apoiando no PdH, há 13 anos.

Agradecemos, de coração.

* * *

Seguimos a conversa nos comentários! Queremos muito escutar vocês, suas críticas e sugestões. Um enorme amplexo.


Nota: esse projeto é secção da plataforma “Construindo pontes & derrubando muros”, composta por pesquisas, documentários, livros, vídeos e ferramentas voltadas para a construção de diálogos improváveis e transformação das masculinidades. Acesse todos os materiais cá.


publicado em 12 de Maio de 2020, 20:09





Fonte: papodehomem.com.br

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