O que é resiliência? Um guia completo sobre o tópico

Tempo de leitura: 7 minutos

O que é resiliência? Um guia completo sobre o tópico

O que é resiliência? Originalmente, o noção compõe o vocabulário da física, correspondendo às propriedades de resistência de um material — ou seja, sua capacidade de retornar ao estado original, em seguida suportar diferentes pressões.

As ciências humanas — em próprio, a psicologia — adaptaram a termo e sua definição, passando a aplicá-la para descrever aspectos do comportamento humano. E é exatamente sobre esse sentido que vamos dialogar, neste post.

Será que você é uma pessoa resiliente? Por que esse noção se tornou tão popular? Em que medida a resiliência corresponde a uma teoria de maior saúde mental e emocional? Siga a leitura e tire suas conclusões!

O que é resiliência humana?

Na vida profissional ou em nossos relacionamentos, enfrentamos adversidades. Em alguns momentos da vida podemos permanecer diante de dificuldades econômicas, tragédias ou problemas de saúde.

Ser resiliente, nessas situações, é encarar frustrações, crises, traumas, sendo capaz de superá-las, sem entrar em colapso.

Quando falamos de indivíduos, o noção, portanto, é um pouco dissemelhante daquele descrito na física. Não esperamos que uma pessoa volte ao seu “estado original”, em seguida suportar com adversidades.

Resiliência, no caso de seres humanos, não é sinônimo de ser inabalável, inalterável, inalterável. Mas resiliente é aquele que passa por situações complicadas, quebras de expectativas e imposições de problemas, conseguindo encruzar esses momentos com uma atitude positiva e produtiva.

Não se trata de não desabar. Mas, sim, da capacidade de levantar. E, ao fazê-lo, erguer-se ainda mais potente, com espírito de quem faz do travanca um degrau para evolução.

A humanidade sempre vivenciou incertezas e infortúnios. Essa exigência não é exclusividade de nosso presente. A trajetória de sobrevivência da espécie e das elaborações culturais é absolutamente marcada por descontinuidades e ameaças. Portanto, porquê garantimos a existência e prosperamos? A resposta é a tal da resiliência.

Entenda o que é resiliência na prática!

Primeiro, uma pergunta difícil: porquê você encara os desafios de seu cotidiano? Não se apresse em traçar uma resposta. Pondere, intimamente.

A verdade é que nosso dia a dia é um manancial para frustrações, de todos os portes. Parece até um tanto pessimista colocar as coisas desse modo, mas o ponto é, justamente, não se furtar de enxergar a verdade dos empecilhos.

O pessimismo está em ver, nessas frustrações concretas, motivos para prostração e desistência.

Vamos a um exemplo trivial. Digamos que você tenha estabelecido a meta de emagrecer 3 quilos, em 15 dias. Para tanto, buscou orientações com um nutricionista, se matriculou numa liceu, reformulou a “decoração interna” da geladeira. Muita disciplina e força de vontade envolvidas!

Porém, os 15 dias se passaram e a balança foi cruel… Ela indica que, apesar de todo o esforço, você atingiu menos da metade do objetivo.

Diante do desapontamento, qual sua atitude? Encerra a dieta por ali mesmo e, já que o negócio não funciona, aproveita para pedir uma pizza? Esquece a liceu no dia seguinte? Ou… mantém o foco e experimenta novas estratégias, para potencializar os resultados?

O exemplo pode parecer bobinho, mas ilustra muito muito o princípio das pequenas frustrações e a forma porquê reagimos a elas. É o eterno conflito entre expectativas e veras.

Pense no seu dia. Lembre dos momentos em que as coisas não correram porquê você havia planejado. Não é um manobra aprazível lembrar de adversidades, sabemos. Mas, dependendo de seus níveis de resiliência, cada situação infeliz pode ter demonstrado que você tem supimpa habilidade para respirar fundo e seguir em frente.

Comece a prestar atenção em suas reações. Note aquilo que lhe “estraga o humor”. Por vezes, uma termo que ouvimos tem o talento de nos desestabilizar por semanas!

Quando tomamos consciência do que nos atordoa, do que nos esvazia o ânimo, podemos aprender a incrementar nossas defesas e não sucumbir.

Ser resiliente nos relacionamentos

Hora de adensar nossa discussão! Que tal pensar em porquê a resiliência se aplica em relações amorosas?

Todo o oração que redigimos supra se aplica perfeitamente nessas circunstâncias. Mormente nos fins de relacionamentos.

O término de um namoro ou tálamo pode ser encarado de múltiplas formas pelos corações partidos. É procedente — e mesmo saudável — que a tristeza dê as caras, que uma sensação de manifesto “fracasso” se insinue.

Surgem dúvidas, incertezas quanto ao porvir e até a autoestima pode permanecer partida. Lembra que falamos que resiliência não é sinônimo de não desabar? Portanto…

A questão não é ignorar a frustração, mas encará-la.

Olhar para a experiência, reconhecendo erros e acertos. E, nesse processo, buscar trespassar fortalecido, com atitudes mais empoderadas e confiantes.

Não se iluda: não é mais resiliente quem logo inicia um novo relacionamento. Essa não é a medida do sucesso de superação. Não se trata de buscar estar muito, com outra pessoa. Mas sim de estar pleno consigo mesmo, fazendo do sofrimento um trampolim para autoanálise e conquista de uma identidade mais rica.

Admiramos o herói na medida em que ele vence as agruras de sua jornada. Sentimos empatia por personagens heroicos porque nos projetamos nas metáforas de suas histórias. Compreendemos o peso de uma itinerário e vibramos quando ele consegue voltar à luta, mais obstinado e cônscio de suas fraquezas.

Admiramos o herói porque ele não se esquiva do sofrimento. Quem usa caminho são os vilões! Já reparou?

Sem que, necessariamente, usemos a termo, o que nos leva a amar um herói, um personagem de livro ou filme cuja conduta nos inspira, é sua resiliência.

O que importa não é o final feliz, mas o trajectória. É a trajetória que revela e desenvolve a personalidade. E até aperfeiçoa os superpoderes!

O término de um relacionamento pode ser um invitação a uma “jornada do herói”. Independente de que tipo de relacionamento estejamos falando.

Uma vez que desenvolver resiliência no envolvente de trabalho?

O que é resiliência, nesse contexto? Podemos debutar dizendo que é uma das competências privilegiadas nos atuais recrutamentos e seleções de funcionários.

Profissionais resilientes se adaptam com mais facilidade a mudanças, concentram-se na solução de problemas, conseguem comandar melhor as emoções e os humores, são inovadores e também autoconfiantes.

Parece muita coisa? Mas é um vestuário. E todos esses atributos repercutem no relacionamento com colegas de trabalho, clientes e superiores.

Lembra do exemplo do dilema com a balança? No envolvente profissional, o cotidiano pode ser povoado por frustrações muito parecidas, quando metas e expectativas não se concretizam.

As empresas valorizam os colaboradores que estão preparados para desafios. Pessoas que entendem que os imprevistos são segmento da rotina e é necessário “jogo de cintura” para não deixar um problema desencadear um retrocesso.

Será que você tem esse perfil, tão cobiçado por empregadores — e crucial para empreendedores?

Questione-se:

  • Diante dos entraves e pressões, porquê fica o seu humor?
  • Uma vez que você interage com as pessoas em situações de conflito?
  • Qual sua postura diante das falhas?
  • Ao não atingir uma meta, você procura culpados ou soluções?
  • Você consegue ser criativo ou incomoda-se quando precisa atualizar seus métodos?
  • O quanto sua vida pessoal interfere em seus resultados?

Um bom professor, por exemplo, sabe muito muito o que é resiliência. Todos os dias, ele precisa preparar sua lição e, certamente, quando a planeja, imagina o sucesso na promoção do tirocínio.

Ele pretende encontrar uma classe de alunos interessados, ávidos pelo diálogo e que expressem conhecimento ativo na ocasião das provas.

Mas será essa sua veras diária? Uma lição elaborada com afinco pode encontrar alunos sonolentos, por vezes desrespeitosos. Ao impor uma avaliação, pode se deparar com erros grotescos, porquê se zero do que disse, enquanto se empenhava em ensinar, tivesse surtido qualquer efeito.

A frustração acontece, o desânimo, idem. Porém, depois dessa lição, ele tem outras a ministrar. Se entrar cabisbaixo e derrotado diante da turma, a tendência é que a situação se repita.

O bom professor se adapta

Recupera a motivação. Investe em novas estratégias para encontrar diferentes resultados. E se sente revigorado quando os atinge.

Ele não se preocupa em estabelecer de quem é a culpa pelo fracasso. Ele analisa o problema, pondera o cenário de sua atuação, investiga estratagemas para driblar o desinteresse. Enfim, o bom professor sempre se renova, se reinventa. Aprende.

Já o profissional pouco resiliente se vitimiza. Não consegue enxergar alternativas. Possivelmente, se deprime e se estressa em excedente. Obviamente, sua produtividade cai. Seu “reles astral” acaba afetando, também, a equipe de trabalho com a qual se relaciona.

Entendeu o porquê das empresas darem tanto valor à habilidade de resiliência?

É provável tornar-se resiliente?

Nos exemplos que pontuamos, você pode concluir o que é resiliência, não é mesmo? E ao percebê-la tão enfática para a qualidade de vida — em múltiplos aspectos —, muito porquê para a saúde psicológica, pode estar se perguntando: posso aprimorar esse traço em minha personalidade?

Aprendemos, na prática, o que é resiliência desde a puerícia. Quando um brinquedo quebra, quando um camarada nos ofende, quando tiramos nota baixa numa prova. Dependendo da ensino que recebemos, tanto pelos pais quanto pela escola, a resiliência nos é mais, ou menos, procedente.

Na vida adulta, o invitação ao desenvolvimento da resiliência se dá diante das crises. Na estudo de nossos padrões de comportamento. Se dá diante da consciência de que a personalidade não é estática. Podemos, sempre, ser melhores, mais otimistas, confiantes e criativos. Resiliência é um hábito a ser cultivado.

No entanto, nem sempre é fácil perceber onde podemos mudar e porquê podemos empreender atitudes mais positivas. Às vezes, precisamos de ajuda. De alguém que escute nossas narrativas e nos incentive a olhar e determinar nossas respostas à vida. Alguém que nos provoque a modificar nossas interpretações e ações.

A pessoa mais indicada para nos facilitar no encontro de maior resiliência é o psicólogo. Precisamente porque sua especialidade é motivar essa virtude.

Pergunte a qualquer pessoa que faz terapia. Ainda que ela não se expresse usando a termo exata, você notará, em suas respostas, que a resiliência é a chave de seu bem-estar.

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Fonte: www.vittude.com

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