Preocupação excessiva: porquê ela pode te afetar

Preocupação excessiva: como ela pode te afetar
Tempo de leitura: 6 minutos

Preocupação excessiva: porquê ela pode te afetar

A preocupação excessiva se torna um problema quando não conseguimos controlar a preocupação que surge no dia a dia. Estamos sempre nos preocupando com alguma coisa, seja referente a um problema no trabalho ou com a família. A diferença está na maneira porquê cada pessoa administra a preocupação.

O mundo de hoje é de cobranças. Somos pressionados para ser o melhor estudante, o melhor funcionário, o melhor parceiro, o melhor pai ou mãe, o melhor companheiro. A sociedade tem porquê foco unicamente os nossos resultados. Se positivos, somos recompensados. Se negativos, outra fardo de pressão para ser o melhor é jogada sobre nós.

Diante desse cenário, é de se esperar que muitas pessoas passem horas preocupadas com o porvir e, principalmente, em porquê suas atitudes presentes refletirão nele.

Não podemos, no entanto, viver submersos em manente mortificação, pois levante estado levará a problemas mais sérios. 

Por que nos preocupamos tanto?

Primeiro de tudo, precisamos entender o mecanismo da preocupação. É muito provável que você já tenha ouvido o termo “suportar por antecedência”. As nossas apreensões diárias estão, geralmente, ligadas a um evento porvir. Ou seja, alguma coisa que ainda não aconteceu, mas nos atinge porquê se já estivesse cá.

É generalidade que as pessoas (erroneamente) carreguem a preocupação consigo em todos os momentos de suas vidas, sempre vivendo no porvir. Será que aquela apresentação na universidade vai dar claro? Será que conseguirei motivar uma boa sentimento no evento do trabalho? Será que a família do meu parceiro vai gostar de mim?

É também generalidade que a preocupação se manifeste enquanto avaliamos eventos passados. Será que falei alguma coisa que não deveria? Será que minhas atitudes causaram incômodo? Pessoas que se preocupam demais analisam cada pormenor de suas interações sociais. Elas têm dificuldade para considerar suas condutas aceitáveis e dependem da aprovação alheia.

A função da preocupação é, supra de tudo, nos distanciar do risco. É uma resposta do nosso cérebro a ameaças potenciais.

Por exemplo, se você precisar marchar à noite em uma dimensão desconhecida, você imediatamente se preocupa com a sua segurança e traça uma rota com base no que será mais seguro.

A preocupação excessiva, no entanto, nos mantém prisioneiros neste estado de alerta. Os níveis de adrenalina em nosso corpo se elevam, causando uma sobrecarga de estresse. Assim, vemos risco em todo lugar. Por conta disso, nossas respostas são exclusivamente emocionais e perdemos a habilidade de raciocinar logicamente.

É por isso que muitas pessoas relatam que, quando se preocupam demais, acontece justamente aquilo que não queriam. Elas agem de maneira desajeitada devido à confusão mental criada pelo estado emocional perturbado.

Preocupação x Preocupação excessiva

Até claro ponto, a preocupação age porquê um propulsor. Ela melhora a realização de tarefas que levam a peroração de nossos planos. Quando nos preocupamos com alguma coisa é porque nos importamos muito com ela. Logo, queremos fazer um bom trabalho ou ser um parceiro mais presente ou ajudar um parente.

Já a preocupação excessiva é paralisante. Com a mente sempre à procura de motivos para se preocupar, não conseguimos ser eficazes em nossos negócios diários, nos relacionar com as pessoas ou simplesmente viver.

A pessoa que se preocupa excessivamente não aproveita o presente. Sua mente está ou tentando desvendar o porvir ou apegada demais ao pretérito. Ela fica nervosa, ao mesmo tempo procurando uma saída para suas preocupações e incapaz de se desfazer do hábito nocivo.

A preocupação excessiva afeta todos os aspectos de nossas vidas. Relacionamentos interpessoais são superficiais porque não conseguem passar da temporada da impessoalidade. O desempenho no trabalho é comprometido pelo susto da possibilidade de retaliação. O estresse é frequente e incontrolável por conta da pressão que colocamos sobre nós mesmos.

A recorrência do excesso de preocupação também pode ocasionar o surgimento de transtornos psicológicos, porquê a impaciência, ou até mesmo de fobias, porquê a fobia social.

Preocupação excessiva está ligada ao controle

Quando não conseguimos controlar uma situação por completo, ficamos ansiosos. Queremos resolver o problema de uma vez, mas nem sempre é provável. Às vezes diversas pessoas estão envolvidas em um único problema, tornando a solução ainda mais complicada.

Para exemplificar, imagine um dia atolado de negócios com horários marcados. Você se planeja com antecedência e conclui que é provável encaixar todos os horários em sua agenda do dia. Ainda assim, é normal permanecer apreensivo, pensando se conseguirá resolver tudo a tempo.

Mas, se você se preocupar excessivamente se seu projecto seguirá o roteiro, é provável que fique estressado e cometa erros causados pela desatenção. O correto é crer que, mesmo se imprevistos acontecerem, você conseguirá contornar a situação e continuar com seu trabalho.

A sensação de incapacidade, para quem se preocupa em excesso, traz muita angústia, mortificação e sofrimento. Porém, não é provável controlar cada pormenor de nossas vidas. Muitas vezes, não conseguimos controlar nem 20% do que acontece conosco nem o que as pessoas pensam de nós.

O que o porvir suplente para cada um é ignoto. Se preocupar com uma apresentação, mesmo que você tenha se prestes muito para ela, é válido porque o sentimento é passageiro. A preocupação excessiva, por outro lado, se torna uma secção de nós. Esta particularidade é extremamente nociva para nossa saúde.

4 maneiras de se preocupar menos

Além de questões emocionais e psicológicas, a preocupação excessiva pode ser considerada um resultado da sociedade contemporânea. Nossas vidas atarefadas, com pouco tempo para reflexão e descontração, afetam a nossa saúde mental.

Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu a síndrome de Burnout (estresse crônico) na Classificação Internacional de Doenças devido ao grande número de casos. Isso significa que, em boa secção do planeta, as pessoas estão estressadas, cansadas e muito provavelmente ansiosas.

Nunca foi tão importante saber controlar a preocupação em excesso, que unicamente resulta em mais sofrimento para as nossas vidas.  

Renuncie o controle

Pare de querer controlar cada paisagem de sua vida. Você pode fazer dezenas de planos, mas não pode prever o resultado certeiro de cada um. A vida é feita de inconstância. Aceite as situações inusitadas e trate-as porquê potenciais lições para enriquecer quem você é. 

Outrossim, aceite que, independente do que você faça, é impossível controlar o comportamento de outras pessoas.

Se alguém não gostar do que você disse ou fez, há sempre a opção de se redimir. Não deixe que sua mente o ligeiro para o pior cenário imaginável. Certamente, ele estará equivocado. 

O pior que pode sobrevir caso você errar é unicamente isso. Errar. Falhar. Mas você sempre pode tentar de novo, ou quantas vezes forem necessárias.

Acrescente momentos de silêncio em sua rotina

Recebemos muitos estímulos dia posteriormente dia. Observar séries, vídeos na internet ou TV é risonho e saudável, principalmente para desestressar depois do expediente. O problema é quando ignoramos o libido de nossa mente por silêncio para satisfazer uma premência momentânea.

Substitua os minutos na frente das telas por minutos de silêncio. Não há premência para pensar em tudo a todo momento na exiguidade de estímulos.  

A reflexão é óptimo para acalmar a mente e o corpo, desacelerando o fluxo de pensamentos. Você pode estrear com exercícios de respiração se nunca experimentou a prática. Eles também são muito úteis para o relaxamento e nos ajudam a ver a vida com transparência.

Exteriorize seus problemas 

Converse. Escreva. Tire os problemas que tanto o atormentam de sua cabeça. Descreva-os detalhadamente para entender o porquê de serem tão impactantes para você. Ao mesmo tempo, procure possíveis soluções, enumerando as que são mais viáveis e as que não são.

Não conseguimos ver todos os fatores envolvidos em nossos problemas quando estão em nossa mente. Pensamos e analisamos em excesso, complicando o que é simples. Por isso, na maioria das vezes, o que existe em nossa cabeça não condiz com a veras.

Quando você exterioriza suas preocupações, percebe que elas não são tão complexas. Na verdade, há soluções para elas. A magnitude que possuíam dentro de você é perdida à medida que você as percebe porquê realmente são: problemas passíveis de solução porquê todos os demais. 

E para essa dica, zero melhor que compartilhar os problemas com um profissional que possui escuta qualificada. Buscar a ajuda de um psicólogo e um processo de psicoterapia ajuda no desenvolvimento e no autoconhecimento.

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Acredite em si mesmo

Produzir diálogos e situações em nossas mentes são técnicas que ajudam quando visualizamos ocasiões positivas. Quando fazemos isso visando unicamente os piores cenários, fortalecemos a impaciência.

Nem tudo o que acontece conosco é negativo, claro? Consequentemente, não devemos esperar sempre o pior nem nos prepararmos com antecedência para isso.

A preocupação excessiva é um sinal da exiguidade de autoconfiança. Quando você se deparar com uma ocasião inesperadamente ruim, acredite que tem capacidade para mourejar com ela. Confie em seus instintos e na sua habilidade de resolver problemas.

Um último parecer: Aproveite o agora.

Não deixe que o susto do que está por vir domine a sua vida. A incerteza é uma secção fundamental da nossa existência e, também, o que a torna mais dinâmica. Se não encontrássemos desafios, seria fácil demais. Abrace o ignoto para estrear a trabalhar junto com ele, e não contra.

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Fonte: www.vittude.com

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