quer conhecê-lo? Converse com ele!

quer conhecê-lo? Converse com ele!
Tempo de leitura: 4 minutos

quer conhecê-lo? Converse com ele!

Rebento juvenil: quer conhecê-lo? Converse com ele. Parece simples, mas às vezes soa complicado. Passamos anos tentando ensinar os filhos a conversar, mas quando eles finalmente estão com a linguagem dominada, não aproveitamos para dialogar. Não seria melhor saber primeiro o fruto para depois ver o que em que ele mais precisa ser orientado? Dessa forma não há o risco de conclusões precipitadas. Vou ilustrar aquém alguns exemplos de uma vez que você pode melhorar essa informação e, consequentemente, esse relacionamento tão importante.  

Rebento juvenil – Fale a língua da tribo

Não é preciso falar na linguagem, mas sim na língua deles. Um adulto, um pai ou uma mãe falando “adolescentês” certamente é heteróclito, mas saber alguns códigos é fundamental para estabelecer um verdadeiro diálogo.

São inúmeras gírias, palavras estranhas, frases esquisitas. Isso sem falar na linguagem escrita em mensagens que mais parecem códigos. O juvenil está passando por mudanças, consolidando sua identidade, e para isso o grupo é fundamental! Pertencer a um grupo significa seguir seus códigos. A linguagem zero mais é do que uma junção de códigos com a finalidade de frase. Inaugurar a entender esse linguajar, por mais “proparoxítono” que pareça, é o primeiro passo.

Domine a cultura do grupo

Outro vista importante é saber seu mundo. Saber de que bandas gosta, quais filmes curte, o que e quem são significantes para ele(a), o que ele(a) faz, quem são seus amigos. Não é necessário gostar dessas referências ou passar a ter hábitos adolescentes. Esse tempo já passou para nós, não se esqueça! Use essas informações para compreender o mundo dele(a).

Desça do varanda

Parece que os pais se transformam em verdadeiros discursistas quando querem tomar conta dos filhos, ensinar e proteger nessa tempo tão importante e, por que não, perigosa. Para aconselhá-los, porém, é importante transpor da posição superior e evitar permanecer simplesmente exercendo o papel de educador. Saber esse universo é importante para saber onde e uma vez que ele(a) precisa ser orientado(a).

Perguntas simples uma vez que“O que acha do que disse?” e “Isso faz sentido para você?” tornarão tudo mais deleitável, envolvente e eficiente. Converse, pergunte, dê lhaneza.

Não despreze os dramas do juvenil

Tudo para um juvenil pode tomar proporções enormes. Os hormônios estão fervendo, sua cabeça pensando em tudo, seus valores sendo revistos, seu corpo mudando. Adolescentes estão entrando numa tempo de responsabilidades, onde estão cientes de que sua puerícia despreocupada está acabando e de que para o futuro terão cada vez mais deveres. Há muito sofrimento. Cabe aos pais nunca desprezar essas emoções e sentimentos tão confusos.

Ouvir por horas a fio o fruto reclamar do professor que o odeia, que o persegue (mesmo sabendo que é excesso, oferecido que ele só tira 9 nessa material) ou a filha cuja melhor amiga (que ela conheceu há 3 meses) contou que ela dorme abraçada com um ursinho de pelúcia para toda a escola pode parecer truão. Finalmente, temos coisas muito maiores para nos preocupar. Mas essa é a vida de cada um e isso tem que ser respeitado, dando a cada traje o valor que o juvenil atribui. Ouçam, perguntem, conversem, aconselhem se for o caso, mas nunca menosprezem.

Não exagere: fruto juvenil não é companheiro

Ter um bom diálogo não quer expressar que, uma vez que muitos pais fazem, é provável conversar sobre tudo sem repreensão. É aí que os exageros e grandes erros são cometidos, uma vez que expressar o que eles ainda não têm maturidade para ouvir, racontar outras para quem não está ainda pronto para saber, e pior, passar a falar uma vez que se seu fruto fosse seu companheiro. Não! Tudo tem seu tempo. Filhos adolescentes podem ser excelentes companhias, mas não são seus amigos. Pais são pais, filhos são filhos, amigos são amigos. São papeis diferentes. Não se pode misturar. As figuras parentais têm que ser preservadas.

Filhos têm segredos. Principalmente os adolescentes. E isso tem que ser respeitado. Da mesma forma que os pais não podem (nem querem) transpor dividindo com eles aspectos muito íntimos de sua vida privada, os filhos também têm esse recta. Para isso, em ambos os casos, existem os amigos, os psicanalistas e os parentes com os quais o diálogo é outro. Reverência cá é fundamental. Tenha maturidade para entender que nunca saberá absolutamente tudo da vida de seu fruto.

Reverta o silêncio do juvenil

“Ah, mas meu fruto juvenil não conversa comigo, é pleno de segredos! Não consigo trocar 5 minutos de conversa”. Problema à vista! Talvez porque em qualquer dos aspectos enumerados supra, esteja havendo omissão. Reveja o relacionamento, a forma uma vez que a conversa (ou a falta dela) é conduzida. Tente, mude, é provável. Se houver vontade e interesse, pode-se encetar realmente a conversar com os filhos e fazê-los gostar disso. 

Rebento juvenil que não conversa com os pais é um fruto incógnito. E isso só piorará com o tempo e só aumentará a distancia entre as partes. Dialogar inclui ouvir, de ambas as partes. Conversar é fundamental, é conviver, é saber, é dividir. É curtir um ao outro. Seu fruto ficará muito mais desimpedido e querendo participar sua vida se houver diálogo, e isso requer ambas as partes. Educar é exemplo. Se não começarem a conversar, não espere que eles o façam.

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Item revisado em: 18/10/2019

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